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sexta-feira, 2 de março de 2012

Pr. Marcos Pereira se defende de fortes denúncias publicadas no jornal ‘Extra’



O jornal “Extra” desta quarta-feira publicou uma entrevista onde o líder do grupo AfroReggae, José Junior, faz fortes denúncias contra o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, pastor Marcos Pereira.
Entre as acusações, José Junior (coordenador da ONG que trabalha integrando socialmente indivíduos por meio da cultura) afirma que Marcos Pereira é a “maior mente criminosa do Rio de Janeiro” e o responsabiliza pelos ataques que aterrorizaram a cidade no fim de 2006, logo após a eleição de Sérgio Cabral para governador do estado.
O líder do AfroReggae disse ainda que se algum membro de sua ONG for assassinado, o mandante é o pastor Marcos Pereira.
Leia na íntegra a nota de esclarecimento divulgada nesta quarta-feira no portal da Assembleia de Deus dos Últimos Dias
Recebi com surpresa e indignação a notícia publicada no Jornal O Extra, edição do dia 29 de fevereiro de 2012, formulada pelo líder da ONG AFRO REGGAE – Sr. José Junior sobre meu envolvimento com ações criminosas.
O trabalho social e religioso que realizo desde o início da década de 90 anos é hoje reconhecido em todo o Estado do Rio de Janeiro e em diversos Estados do Brasil, e é comprovado pelas milhares de pessoas que tiramos da dependência das drogas e do mundo do crime.
Porém, durante muitos anos atraímos o olhar desconfiado de muitas pessoas, o que me colocou sob investigação e monitoramento intenso e permanente dos órgãos policiais, sem que nenhuma, repito, nenhuma ligação minha ou da Igreja que presido tenha sido identificada. Trabalhar com criminosos visando a sua recuperação é diferente de se envolver com criminosos, e esta fronteira eu nunca ultrapassei.
As acusações que contra mim são feitas, graves e que agridem a minha honra pessoal, a imagem da Igreja que presido e sobretudo a obra que realizamos ao longo destes últimos 20 anos, precisam ser investigadas, profundamente investigadas, para que a verdade aflore e esta farsa forjada pelo meu acusador, cujo objetivo, me parece, é tão somente o de auto-promoção, seja desmontada. A seguir, recorrerei à Justiça dos homens, para a reparação devida. Quanto à Justiça de Deus, não tenho dúvida de que será feita.
Não desviarei da minha obra nem do meu trabalho e da minha missão pastoral, que é a de salvar e resgatar vidas .
São João de Meriti, em 29 de fevereiro de 2012.
José Júnior - Líder do AfroReggae
O escândalo veio à tona depois que o jornal “Extra” publicou, nesta quarta-feira, uma entrevista com José Junior, que disparou acusações contra Marcos Pereira. Leia abaixo:
Qual era a sua relação com o pastor Marcos?
O pastor é uma pessoa que eu ajudei muito. Conheci os trabalhos de ressocialização dele em 2006, 2007. Muitas pessoas do bem já tentavam nos aproximar. Eu botei ele bem na fita. Mas o mesmo cara que botou ele bem na fita está falando (mal) dele. Não tem contradição. Na verdade, eu me sinto traído. Porque eu defendi o cara.
Em qual momento houve esse estremecimento?
Ele já falava mal de mim antes, e eu descobri com pessoas do tráfico porque ele me via como concorrente. Até um tempo atrás, as pessoas só tinham uma opção de largar o crime: ir para a igreja dele. Por mais que tivesse o AfroReggae, ele era em (grande) escala e eu era no varejo. Agora, a situação se inverteu: eu pego em escala e ele, no varejo. Ele começou a me ver como concorrente e passou a falar isso nas favelas.
Qual foi o estopim do rompimento entre vocês?
Depois de um programa do “Conexões Urbanas”, que foi ao ar logo após a queda do helicóptero (da PM, derrubado por traficantes no Morro dos Macacos em outubro de 2009), mas que havia sido gravado meses antes, houve uma segunda leva de transferências de traficantes. E ele (pastor) foi a várias favelas dizer que eles foram transfertidos por causa do meu programa, e não por causa do helicóptero. Quando ele faz isso, ele decreta a minha pena de morte. Até que, em 2010, você pega uma carta para (o presídio federal de) Catanduvas que, além de mandar atacar as UPPs e coisa e tal, pedia autorização para me matar.
Por que você não foi morto?
Sou um defunto muito caro.
Você atribui crimes a ele?
Os ataques no Rio, ele foi o mentor dos ataques. Todos. No de 2006, ele estava por trás. Esses traficantes são estagiários perto dele. Ele manipula os traficantes. Alemão 2010 (os ataques antes da ocupação do conjunto de favelas)? Ele está envolvido. Sabe que ele fazia nos presídios? Mandava fazer rebelião para ele ir lá. Por isso ele foi proibido de entrar. Ele mandava (fazer) uma rebelião e dizia “Olha, me chama, faz uma bagunça e manda me chamar”.
São acusações graves…
Eles quatro (aponta para pessoas que trabalham no AfroReggae, que estavam na sala) foram bandidos, eles trabalharam para o crime. Mas ele (pastor Marcos) inverteu a lógica: é o crime que passou a trabalhar para ele. A lógica se inverteu pela primeira vez. Esse cara não está a serviço do crime: o crime está a serviço dele.
Mas o que motivaria isso? Poder? Dinheiro?
O pastor Marcos Pereira ele é um psicopata. Ele é um cara do mal. Talvez seja a maior mente criminosa do Rio de Janeiro. Ele toma atitudes criminosas. Não se satisfaz somente em ter dinheiro, como também quer que as pessoas que competem com ele sejam mortas. Ele é um cara que fez o bem? Fez para muita gente. Ele sempre foi bandido? Acho que não. Mas o poder prostitui. Acho que, quando eu o conheci, ele já estava prostituído.
O que motivou você a fazer essas denúncias?
Eu não posso me omitir ou deixar de fazer o que a gente faz (no AfroReggae). Se aparecer, algum dia, arma dentro do AfroReggae, foi ordem ele. Se aparecer cocaína, foi ele quem mandou colocar, para desmoralizar. Se me acontecer qualquer coisa, Marcos Pereira da Silva é o responsável. Ele é o mandante. Ele só não apertou o gatilho, mas ele botou pilha para o cara apertar o gatilho.
Ainda na publicação do jornal carioca, o pastor Marcos Pereira negou as acusações
O pastor Marcos Pereira da Silva atribuiu as acusações à “dor de cotovelo” de José Junior. De acordo com ele, o coordenador do AfroReggae “deve estar sentindo inveja”.
“É uma hipótese. Ele deve estar sentindo inveja do meu trabalho. Antes de ele fazer trabalho de ressocialização, eu já fazia isso. Eu já faço trabalho há alguns anos”, destaca Marcos Pereira.
O pastor afirma que José Júnior teve a cabeça “envenenada” por um ex-pastor que saiu insatisfeito da sua igreja (Assembleia de Deus dos Últimos Dias). Marcos Pereira conta que não fala com José Junior há cerca de dois anos.
Na última vez que conversaram, os dois discutiram. José Júnior lembrou da ocasião. Ele disse que ligou para o pastor para reclamar de o religioso estar denegrindo sua imagem nas favelas.
“Quando a gente se conheceu, foi o José Júnior quem me procurou. Não eu. Ele veio até mim trazido pela mão de um parente do (traficante) Marcinho VP. Levei-o a várias comunidades. Por sinal, o AfroReggae me homenageou duas vezes, ressalta o pastor Marcos.
O líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias nega que tenha comandado os atentados de 2006 e de 2010. Nega também que esteja falando nas comunidades que José Júnior é um informante da polícia.
“Ele (José Junior) pode falar o que quiser. Eu sou a pessoa que mais tem casos de mediação de conflito. Já ajudei a acabar com 13 rebeliões no Rio e uma no Maranhão, entre outras”, afirma o pastor e acrescenta: “Meu trabalho é sério. Aqui se faz um trabalho social”.

Pr. Marco Feliciano discursa em defesa do Pr. Silas Malafaia



Nesta quinta-feira, o pastor e deputado federal Marco Feliciano fez um pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados pedindo que o Ministério Público (MP) e a Polícia Federal (PF) tomem providências contra as ameaças e ofensas que grupos ligados ao movimento homossexual tem feito nas redes sociais contra o pastor Silas Malafaia.
O Deputado afirmou que as ameaças acontecem porque o pastor Silas se posiciona “em defesa da família, do Evangelho de Jesus e do respeito do cidadão, que pretende educar seus filhos de um modo que se coadune com o que a grande maioria do povo brasileiro pensa e age”.
Marco Feliciano também citou o procurador Jefferson Aparecido Dias, responsável por uma ação no MP contra o pastor Silas, que pede que este se retrate por suposta incitação ao ódio feita durante o programa Vitória em Cristo. Na ocasião, o pastor Malafaia cobrou atitudes dos representantes da Igreja Católica em relação à profanação dos símbolos do catolicismo durante a Parada Gay em São Paulo.
O deputado pediu ao procurador que leve em consideração a questão cultural, pois Silas Malafaia, que é carioca, usou termos que no Estado do Rio de Janeiro, são comuns e não pejorativos.
Marco Feliciano ressaltou que sua intervenção no caso não aconteceu a pedido do pastor Silas Malafaia, mas sim por se tratar de um dever seu como cidadão. “O Pastor Silas, não pediu para que eu interviesse, mas diz a lei que qualquer um do povo pode, mas a autoridade constituída deve tomar providencias quando tem conhecimento de um fato tido como lícito pelas nossas leis, e antes que aconteça alguma agressão, e venhamos a lamentar pela integridade de tão importante homem de comunicação Evangelística”.
Confira abaixo o pronunciamento do pastor e deputado federal Marco Feliciano na íntegra:
Uso desta tribuna para ensejar esforços no sentido de que as autoridades do Ministério Público e da Polícia Federal venham a identificar e tomar as devidas providencias quanto a grupos de pessoas que de forma sistemática e organizada através dos instrumentos de relacionamentos sociais, exemplo Twitter, Orkut, Facebook, enfim, a internet de um modo geral, grupos esses que se intitulam GLSBT, proferindo ameaças ao Pastor Silas Malafaia, por suas atitudes em defesa da família, do Evangelho de Jesus e do respeito do cidadão, que pretende educar seus filhos de um modo que se coadune com o que a grande maioria do povo brasileiro pensa e age. Peço ao Senhor Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, Dr. Jefferson Aparecido Dias, que instaurou inquérito civil, no Ministério Público, que análise expressões usadas pelo Pastor Silas Malafaia em seu programa Vitória em Cristo, são populares no Rio de Janeiro e não são pejorativos, mas apenas força de expressão enfatizando um pensamento, pois se sentiu indignado com o vilipendio de símbolos católicos por parte de alguns participantes da chamada Parada Gay, ele simplesmente conclamou a Igreja Católica a “Entrar de Pau em cima desses caras”, e também “ baixar um porrete em cima, para esses caras aprenderem” , afirmou o Pastor durante o programa, para que fossem tomadas medidas judiciais cabíveis.
Não é da índole de qualquer Pastor, principalmente do quilate do Pastor Silas Malafaia, ter intenção de ofender quem quer que seja, mas sabemos que num programa onde se luta com forças sobrenaturais é comum os ânimos estarem aquecidos.
Se esse Senhor, que representa os movimentos ABGLBT, realmente for intencionado no sentido de apaziguar ânimos, deveria orientar seus seguidores a não proferir ofensas e ameaças de morte através das redes sociais.
Não vejo nas palavras usadas pelo Pastor Silas Malafaia, nada mais do que se usa em conversas coloquiais sem a meu ver constituir qualquer traço de Homofobia.
O Pastor Silas, não pediu para que eu interviesse, mas diz a lei que qualquer um do povo pode, mas a autoridade constituída deve tomar providencias quando tem conhecimento de um fato tido como lícito pelas nossas leis, e antes que aconteça alguma agressão, e venhamos a lamentar pela integridade de tão importante homem de comunicação Evangelística, é mister que alguma coisa se faça. Enviarei ofício ao Ministério Público e Polícia Federal, para, se for o caso, iniciarmos procedimentos investigatórios cabíveis, visando proteger a integridade do nosso irmão em Cristo.
Muito Obrigado!
Pastor Marco Feliciano
Deputado Federal PSC-SP

Contra infidelidade, salário de indonésios é repassado a esposas



As autoridades de uma província indonésia depositam a partir de agora o salário de seus funcionários na conta de suas esposas, com o objetivo de lutar contra a infidelidade de seus maridos, informaram nesta sexta-feira fontes policiais.
“Os homens em geral não são capazes de se controlar se têm muito dinheiro com eles”, explicou Rifly Katili, porta-voz das autoridades de Gorontalo, nas Célebes do Norte, uma província do nordeste da Indonésia.
“Estou convencido de que (esta medida) vai eliminar qualquer possibilidade de uma aventura extraconjugal”, acrescentou para justificar a decisão da região de depositar o salário de seus 3.200 funcionários homens na conta de suas esposas.
A iniciativa foi instaurada na base do voluntariado, e cerca de 90% dos funcionários aceitaram a proposta, indicou o porta-voz. A medida também é consequência da queixa de várias esposas que indicavam não saber quanto seus maridos ganhavam, explicou.
Fonte: G1

Tumba descoberta em Jerusalém pode conter indícios da ressurreição de Jesus



Um grupo de arqueólogos especialistas em assuntos religiosos divulgaram novas informações sobre o túmulo localizado em Jerusalém que pode conter evidências acerca da ressurreição de Jesus. A pesquisa está sendo conduzida por James Tabor e sua equipe, formada por arqueólogos e historiadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
As câmaras de alta tecnologia utilizadas na investigação localizaram uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, que segundo o professor Tabor, pode ter sido realizada “por alguns dos primeiros seguidores de Jesus”.
Nas imagens, foi possível visualizar a figura de um grande peixe com um humano na boca em uma das ossadas encontradas. A imagem, segundo os pesquisadores, representaria a passagem bíblica do profeta Jonas, e seria datada de 70 d.C.
O túmulo que está sendo estudado foi descoberto em 1981 com as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, localizado a cerca de quatro quilômetros da Cidade Antiga em Jerusalém, de acordo com a agência Efe.
Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010, após conseguir superar a dificuldade imposta pelos ortodoxos, que condenam a escavação de túmulos judaicos.
Críticas
James Tabor é conhecido por ter encontrado, na década de 1980, o que anunciou ser o túmulo da família de Cristo. Seu trabalho é alvo de muitas críticas, por ele não ser arqueólogo formado e por estrelar muitos documentários de televisão, fato que leva os críticos a o acusarem de realizar autopromoção.
Para Jim West, professor adjunto de estudos bíblicos da Faculdade de Teologia Quartz Hill e autor de diversos livros sobre arqueologia bíblica, deve-se ter cautela sobre anúncios em descobertas arqueológicas. ”Ele não é arqueólogo, em primeiro lugar. Acho prematuro fazer um anúncio desse porte sem a revisão do estudo pelos pares. Na minha opinião, Tabor, que já estrelou muitos documentários na televisão, é um especialista em autopromoção. Temos de ter muita cautela”, adverte.
O canal de televisão Discovery Channel patrocinou os equipamentos tecnológicos utilizados na escavação e vai exibir ainda este ano um documentário sobre as descobertas.
Fonte: The Christian Post

Billy Graham troca cruzadas por evangelismo pela internet



A Associação Evangelística Billy Graham é uma das mais conceituadas do mundo. Mas aos poucos tem deixado de lado os métodos que a fizeram famosa a partir da década de 1950.
A Associação possui escritórios em cinco países. Ela promove formação espiritual e retiros, cruzadas evangelísticas e festivais, o projeto “Biblioteca Billy Graham” e vários programas evangelísticos por meio de livros, programas de rádio, televisão e sites de internet.
Billy Graham ainda é o presidente honorário, mas seu filho, Franklin, atua como presidente e CEO. Franklin Graham também dirige o ministério Bolsa do Samaritano, que atua na área de ação social em áreas pobres em todo o mundo.
Com o fim das cruzadas que fizeram a Associação famosa, entre 2005 e 2008, a receita caiu de US$ 126 milhões para US$ 93 milhões. Em 2011 o total de receitas foi de 91,6 milhões de dólares. Em fevereiro de 2009, começou uma reestruturação que cortou 55 empregos. Atualmente, a Associação emprega cerca de 500 pessoas. Este mês foi anunciado o corte de mais 50 pessoas, ou seja, 10 por cento dos seus empregados.
Um dos motivos é uma mudança de foco. Ela afirma que isso é parte de um movimento estratégico para reforçar o seu ministério online e outras prioridades. Em um comunicado divulgado esta semana, explicou-se que o corte de empregos “de nenhuma maneira reflete problemas com a saúde financeira da organização”.
Na verdade, muitos empregados foram remanejados para o que seriam as suas “prioridades estratégicas”, incluindo o site “SearchforJesus.net”.
Brent Rinehart, porta-voz da Associação, comentou que os funcionários foram informados sobre as demissões cerca de duas semanas atrás. Alguns ficarão até meados de março, enquanto os outros sairão apenas em meados de junho, disse ele.
Os trabalhadores receberam indenizações e todos os seus direitos trabalhistas. Rinehart falou apenas que a Associação Evangelística Billy Graham “continua buscando formas de melhorar sua eficácia ministerial e incorporar os avanços na tecnologia. Estamos reimplantando recursos para apoiar as nossas prioridades estratégicas, uma das quais inclui o nosso novo ministério de evangelismo pela Internet”.
“Todos os dias, as pessoas estão procurando por respostas on-line”, diz Preston Parrish, vice-presidente executivo da Associação. “Em seu momento de necessidade, estamos apresentando a única esperança que temos neste mundo a esperança encontrada através de um relacionamento com Jesus Cristo”, afrimou.
O projeto da Associação Evangelística Billy Graham direciona pessoas que pesquisam nos sites de busca frases como “O que acontece quando eu morrer?” ou “Por que estou aqui?”, e vai dirigir o usuário para páginas relevantes que tratam das questões do pedido e oferece a esperança do Evangelho.
Quem assistir a mensagem até o final e resolver aceitar a Jesus Cristo pode entrar em contato com um conselheiro online e aprender mais sobre salvação. O SearchforJesus.net ainda não tem versão em português.
Fonte: Gospel Prime

Após Gilberto Carvalho, José Dirceu dispara contra os evangélicos



Mal assentou a poeira levantada por Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República, que teria sugerido no Fórum Social em Porto Alegre, em janeiro deste ano, que o PT confronte as mensagens conservadoras pregadas pelos pastores evangélicos, outro petista surge com mais polêmica.
Em mensagem postada nesta sexta-feira em seu blog, o deputado cassado e ex-Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu (PT) criticou aqueles que politizaram o tema aborto em 2010, por ocasião da eleição presidencial e também, em 2011, o kit gay, proposto pelo MEC sob a gestão de Fernando Haddad, atual candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.
Para Dirceu, o ex-Ministro da Educação está certo quando taxou de “torpe” a maneira como as discussões em torno do tema ‘kit gay’ foram encaminhadas e aproveitadas politicamente. “Haddad ressaltou que o kit anti-homofobia surgiu de uma demanda de emenda parlamentar. Ainda assim, devido às críticas da bancada evangélica contra a distribuição do material nas escolas, a iniciativa foi suspensa. Segundo o ex-ministro, no entanto, o kit foi usado em cursos de formação de professores”, escreveu o ex-Chefe da Casa Civil.
José Dirceu destacou que não se deve recuar ante ao que chamou de “violência” e “chantagem” de certos setores evangélicos que querem patrulhar todas as políticas públicas com relação às questões do aborto e da homossexualidade. Para ele, esses grupos evangélicos querem impor ao Brasil uma visão preconceituosa e repressiva e aqueles que lhes dão guarida, prestam um desserviço à democracia e à convivência social.
Mesmo sem ocupar um cargo no legislativo ou executivo, José Dirceu é um dos homens fortes dentro do PT e goza de muita influência. Aproveitando sua força dentro do partido, ele tem sido cortejado por algumas pessoas. Foi o que ocorreu recentemente, quando recebeu um por e-mail assinada por Toni Reis, presidente da ABGLT, tecendo-lhe elogios por sua luta em prol dos ideais dos LGBT e conclamando-o a continuar a lutar pela agenda LGBT.
Um dos trechos da carta escrita por Reis:
“Estamos realmente preocupados com o rumo que está tomando a discussão sobre os direitos das pessoas LGBT no Brasil, particularmente no último ano no executivo e legislativo: 
- o projeto de criminalização da homofobia está parado no Congresso Nacional. 
-houve um veto explícito do material educativo do projeto Escola sem Homofobia, do Ministério da Educação, pela própria presidenta Dilma. 
- houve, agora, um veto/censura à campanha de prevenção de Aids no Carnaval, segundo consta, novamente determinado pela presidenta Dilma. 
Estes são apenas três exemplos de retrocesso na caminhada pela garantia da igualdade entre todas as pessoas, no combate à violência, ao preconceito, à discriminação.
Como diria nosso querido Lula: “nunca antes neste país” o governo federal foi tão pautado por posições das bancadas religiosas fundamentalistas, que não têm compromisso com os direitos humanos”.
Fonte: Holofote